
Amil (AMIL3); Oi (OIBR3); GPA (PCAR3): veja os destaques das empresas
Gestoras avaliam compra de fatia na Amil; Justiça suspende venda de participação da Oi na V.Tal
Por Valor, Valor — agendaemp
Atualizado
Amil
As gestoras Advent e Bain estão em conversas com o empresário José Seripieri Filho, conhecido como Júnior no mercado, para uma potencial compra de uma fatia relevante na empresa de saúde Amil, dizem fontes. A notícia foi publicada pela Coluna do Broad e confirmada pelo Valor com pessoas a par do assunto.
A Oi comunicou neste domingo (28) ao mercado que foram proferidas na última sexta-feira (26) decisões monocráticas pelo desembargador Augusto Alves Moreira Júnior, da 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, contra a decisão de primeira instância que homologou em abril a proposta de R$ 4,5 bilhões apresentada por fundos geridos pelo BTG Pactual pela fatia de 27,5% detida pela operadora em recuperação judicial na V.tal, provedora de infraestrutura de rede.
GPA
A família Coelho Diniz aumentou a sua participação conjunta no GPA, dono do Pão de Açúcar, para 25,10% do total de ações ordinárias. A movimentação ocorre após os acionistas do GPA aprovarem a retirada da chamada cláusula de “poison pill” que protegia os minoritários de avanço de acionistas sobre o GPA.
Petrobras
A Petrobras recebeu o pagamento da segunda parcela do programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, no valor de R$ 170 milhões.
Cemig
O banco UBS passou a deter 10,17% do total de ações preferenciais da Cemig, por meio de derivativos referenciados em ações preferenciais da companhia de saneamento.
Cogna
A Cogna anunciou a ampliação de sua participação na Educbank para 90%. A operação foi realizada pelo valor total de R$ 46,29 milhões.
Yduqs
A gestora Amundi passou a deter 13.867.400 ações ordinárias da Yduqs, correspondente a 5,06% do capital social da companhia.
Gafisa
O conselho de administração da Gafisa aprovou a homologação parcial de um aumento de capital no valor de R$ 200,9 milhões, por meio de subscrição privada com capitalização de créditos, operação em que dívidas são convertidas em ações da companhia.
Conteúdo originalmente publicado pelo Valor PRO; serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico