
Passaporte brasileiro é o 2º mais valioso da América Latina; veja o ranking global
Levantamento da Global Citizen Solutions considerou mobilidade para viajar, a qualidade de vida e o índice de investimentos e oportunidades econômicas dos países
Um estudo feito pela consultoria Global Citizen Solutions, mostrou que o passaporte brasileiro é o segundo mais valioso entre os países da América Latina, perdendo apenas para o Chile. O ranking, chamado de Global Passaporte Index 2026, avalia não só a mobilidade para viajar, como também o índice de investimentos e oportunidades econômicas daquele país e a qualidade de vida.
Segundo o estudo, o passaporte brasileiro teve uma pontuação geral de 82,4 de um total de 100 pontos. O Chile, por sua vez, ficou com 83,1. No ranking global, o Brasil ocupa a 49ª colocação. De acordo com a Global Citzen Solutions, o desempenho brasileiro é estruturado por “uma alta mobilidade de viagens e índices de qualidade de vida”.
O top 10 global é composto por Suécia, Suíça, Finlândia, Alemanha, Holanda, Dinamarca, Irlanda, Reino Unido, Noruega e Singapura.
No quesito mobilidade, o primeiro lugar é ocupado por Singapura, que também está na primeira posição em índice de investimentos. O que coloca o país na 10ª posição do ranking geral é o indicador de qualidade de vida, já que ele está na 115ª posição desse item. Já o país com maior pontuação em qualidade de vida é a Finlândia.
Top 10 passaportes mais poderosos
O Brasil em cada critério avaliado
A mobilidade é o principal diferencial do documento brasileiro, segundo a Global Citizen Solutions. O país detém a maior pontuação do continente neste pilar, alcançando a 43ª posição global com a nota 90,7. A força do passaporte é baseada na reciprocidade diplomática, de acordo com o levantamento.
No critério de investimentos e oportunidades econômicas, o Brasil registra a 81ª colocação mundial (com nota 43,9). Nesse quesito, o país também é a segunda melhor marca da América Latina, atrás apenas da Guiana.
Na avaliação de qualidade de vida, o país ocupa a 37ª posição global (com nota 75), com destaque para os índices de custo de vida e de satisfação pessoal.