
Tesouro Direto: taxas voltam a subir com atenção voltada ao exterior
Títulos do Tesouro americano, os Treasuries, operam em alta em semana de apreensão em torno da divulgação do relatório de criação de empregos, o "payroll"
Os títulos do Tesouro Direto voltaram a operar em alta ou estáveis nesta terça-feira (30), interrompendo uma sequência de quedas desde o dia 19 de junho. No cenário local, a prévia da inflação de junho reanimou a expectativa de um corte na Selic em agosto, o que ajudou a dar o alívio às taxas na última semana. O internacional, porém, passou ao centro das atenções: o tom duro do Fed e uma sequência de dados de atividade aquecida, e preços em ritmo acelerado, dão suporte a uma decisão de alta dos juros por lá.
Na quinta-feira será divulgado o relatório de criação de empregos ("payroll"), o que deve balizar o comportamento dos juros. Com taxas mais altas na economia americana, os títulos dos demais países também são pressionados para cima. E os do Tesouro, que já estavam em patamar elevados, caminham para encerrar o mês de junho com alta de 0,5 ponto percentual nos títulos atrelados à inflação, mesmo após as quedas recentes.
- A aplicação no Tesouro Prefixado 2029 paga 14,23%, ante 14,20% na última sessão.
- A aplicação no Tesouro Prefixado 2032 remunera 14,36%, ante 14,35% na última sessão.
- A aplicação no Tesouro IPCA+ 2032 paga IPCA + 8,29% ante IPCA+8,30% na última sessão.
- A aplicação no Tesouro IPCA+ 2040 retorna IPCA + 7,66%, ante IPCA + 7,64% na última sessão