Tesouro Direto: Taxas sobem após sanções dos EUA a brasileiros por ligação com PCC

Tesouro Direto: Taxas sobem após sanções dos EUA a brasileiros por ligação com PCC

Tesouro Direto: Taxas sobem após sanções dos EUA a brasileiros por ligação com PCC

Principalmente as taxas dos títulos prefixados aumentam, enquanto as taxas dos títulos que acompanham a inflação seguem mais estáveis

As taxas dos títulos do Tesouro Direto aumentam nesta quarta-feira (1º), após a notícia de sanções impostas pelo governo americano a cidadãos e empresas brasileiras por uma suposta ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Principalmente as taxas dos títulos prefixados aumentam, enquanto as taxas dos títulos que acompanham a inflação seguem mais estáveis.

- A aplicação no papel Tesouro Prefixado 2029 paga 14,13%, ante 14,07% na última sessão.

- A aplicação no papel Tesouro Prefixado 2032 remunera 14,32%, ante 14,26% na última sessão.

- A aplicação no papel Tesouro IPCA+ 2032 paga IPCA + 8,24%, mesma taxa da última sessão.

- A aplicação no Tesouro IPCA+ 2040 retorna IPCA + 7,66%, ante IPCA + 7,65% na última sessão

O dia já era de maior percepção de risco entre os investidores brasileiros, mas as sanções do governo americano aumentaram ainda mais essa percepção de risco. Apesar das companhias afetadas serem pouco relevantes, a sensação no mercado é que a ação americana cria incertezas e precedentes, em um ambiente em que os ativos brasileiros já estão sofrendo.

Até agora, continua firme a previsão do mercado de um corte de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em agora. A chance de uma redução da Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,25% para 14%, é de 70%, contra 30% de chance de manutenção da taxa, aponta o mercado de opções digitais de Copom.

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