Com guerras e alta do petróleo, qual a aposta dos analistas para Petrobras?

Com guerras e alta do petróleo, qual a aposta dos analistas para Petrobras?

Com guerras e alta do petróleo, qual a aposta dos analistas para Petrobras?

De forma geral, as guerras têm provocado alta volatilidade nas bolsas, e nas cotações do petróleo. Nos momentos que os conflitos se intensificam, a commodity e os combustíveis ficam mais caros, sobretudo porque envolvem grandes produtores

Atualizado

Dois conflitos voltaram a escalar, elevando a cotação do petróleo no mercado internacional. As negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã fracassaram. O presidente Donald Trump disse que o acordo de cessar-fogo acabou na quarta-feira (8/07). Por sua vez, os ataques entre Rússia e Ucrânia se intensificaram. Trump anunciou no mesmo dia que concederá licença ao governo ucraniano para a produção de mísseis Patriot. Por sua vez, a Rússia tem instalado sistemas de interferência eletrônica para interromper o funcionamento do sistema de internet dia Starlink para conter drones da Ucrânia.

Com esses novos desdobramentos, o preço do barril de petróleo tipo Brent disparou 9% para perto de US$ 80. Nesse cenário, as ações da Petrobras, tanto as preferenciais (PETR4) quanto as ordinárias (PETR3) apresentaram forte alta, enquanto o Ibovespa recuava. Atualmente, as duas ações da Petrobras somadas têm participação de cerca de 13% no Ibovespa, sendo a maior de PETR4, que representa 8,4% do índice.

De forma geral, as guerras têm provocado alta volatilidade nas bolsas, e nas cotações do petróleo. Nos momentos que os conflitos se intensificam, a commodity e os combustíveis ficam mais caros, sobretudo porque envolvem grandes produtores.

Comprar ou vender?

Sobre as ações da Petrobras (PETR4), as recomendações dos analistas de bancos, corretoras e casas de research tendem praticamente se dividem entre positivas e neutras.

É o que mostra o painel de Cotação Rápida do Valor One, plataforma que reúne ferramentas de análise de investimentos e notícias do mercado. Nele é possível conferir o consenso dos analistas, que compartilham sistematicamente suas indicações e relatórios ao Valor PRO.

Dentre nove instituições financeiras, cinco recomendam a compra do papel e quatro mantêm posição neutra. Segundo dados fornecidos pelos analistas, o preço-alvo médio da ação é R$ 53. Isso dá um potencial de valorização de cerca de 33%, considerando a cotação do papel no final da tarde de quarta-feira (8/07).

O painel de Cotação Rápida reúne preço e desempenho da ação em tempo real e recomendações de analistas, permitindo consultas ágeis para apoiar a tomada de decisão.

Além disso, o Valor One oferece notícias quentes sobre cenário e mercados, relatórios sobre companhias abertas, gráficos e uma série de indicadores como valor de mercado das empresas, Preço/Lucro, Dividend Yield, EV/Ebitda, Preço/Valor Patrimonial e Lucro por Ação.

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